Exposições

Exposição “Remando pela Amazônia” retrata o uso dos remos pelos ribeirinhos


"A colocação dos remos, flutuando no espaço, pendurados do texto, acentua o conceito de que eles abrem caminhos. Nesse sentido, a proposta da exposição de ter remos em estado bruto para as pessoas interagirem fomenta ainda mais a ideia de que eles dialogam, de maneira distinta e igualmente rica, com cada indivíduo, com a região e com a cultura nacional.

Muito mais que um remo com interferências, cada obra é o passaporte para viagens internas de quem os produziu e de quem os vê. O olhar sobre eles é uma forma de interpretar o modo de ser e de viver a Amazônia, valorizando a fascinante capacidade humana de se adaptar e conviver em harmonia com a imensidão de um ambiente a ser desvendado e respeitado."

Devido a pandeia, a exposição permanece até 30 de Setembro de 2020 


O que é um remo? A definição fria dos dicionários nos informa que se trata de uma “haste de madeira ou metal leve, com extremidade achatada, plana ou curva usada para impulsionar embarcações com braços humanos”. Além disso, o nome evoca tanto um dos mais importantes times de futebol do Estado do Pará como um esporte olímpico.
Mas os remos podem ser também suporte de produções artísticas quando entendidos naquilo que têm de mais essencial, a possibilidade de, nas mãos dos mais diversos navegantes, transportar pessoas na imensidão das águas amazônicas. São, nesse sentido, expressões da liberdade de ir e vir que contêm múltiplas memórias e lembranças.




Exposição Remando pelo Amazônia - Centro Cultural João Fona - Santarém_PA 


Exposição


AS MARGENS DO TAPAJÓS


Centro Cultural João Fona / Santarém-PA


A exposição "As Margens do Tapajós" explora as paisagens de Santarém em diferentes períodos históricos e culturais, com a criação de pinturas baseadas em registros antigos e atuais da região. O artista segue uma trajetória figurativa influenciada pelo cotidiano das imagens e movimentos que ocorrem às margens do rio Tapajós. O rio, aqui, simboliza a existência humana e o seu curso com a sucessão dos desejos, dos sentimentos, das intenções e as possibilidades de seus desvios. O correr das águas e a fluidez das formas e das cores das paisagens podem estimular sentimentos, criar identidades, fazer sonhar. A paisagem aparece, assim, como um manifesto dos fenômenos humanos e sociais, da interação da natureza e da cultura, do econômico e do simbólico, do visível e do invisível, do corpo e do espírito, da complexidade de uma realidade que convida a articular as experiências das diferentes manifestações dos seres humanos e seu tempo.





Convite







Matéria sobre a abertura da exposição 



Matéria completa em: As margens do Tapajós



Matéria no jornal do estado do Pará "O impacto" 


Matéria completa em: O impacto








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